Prazer. Sou o Lionel.
« Ego trip, ego trop. »
Sou francês, professor de francês como língua estrangeira, e há vários anos moro no Rio de Janeiro. Não vim aqui por acaso — enfim, talvez um pouco, mas não fiquei por acidente, isso é certeza. Estou aqui porque amo este país e sua gente, e porque descobri, muito rápido, que gostava mais do que tudo de ensinar minha língua para quem quer fazê-la vibrar.
Por que o Brasil ?
O Brasil, para um francês, é um choque. Um belo choque. Daqueles que você não esquece.
A primeira vez que cheguei aqui, o que me pegou não foi a praia, nem o Cristo, nem a caipirinha. foi o sorriso das pessoas na rua. Sério. O olhar direto, a educação calorosa, esse jeito que vocês têm de fazer o outro se sentir bem-vindo mesmo quando ele balbucia a língua de vocês com sotaque de parisiense perdido.
Na França, às vezes somos distantes. Um pouco frios até. reconheço, fica feio pra gente. Aqui, sorri-se primeiro, fala-se depois. Brinca-se com a padeira. Ajuda-se um estranho com as sacolas. Canta-se no caixa do mercado, tipo numa cena de filme musical que você não sabia que estava vivendo.
Esse povo, com sua alegria de viver, sua simpatia contagiante (que me deixou meio desarmado no começo, confesso), sua resiliência do dia a dia, me adotou sem que eu percebesse. Então larguei as malas aqui. E decidi, naturalmente, devolver um pouquinho do que me foi dado : ensinar francês pra quem quisesse aprender.
Meu método : seu ritmo, sua vida, seu objetivo
Não dou a mesma aula pra todo mundo. Não tenho um método mágico universal, aliás, desconfio profundamente de quem diz ter. Tenho uma convicção, no entanto : cada aluno é único, e cada aula precisa corresponder a ele. Ponto.
- Você que prepara o DELF B1 pro seu pedido de residência ? A gente foca produção escrita três vezes por semana, bora de simulado.
- Você que vai morar em Nantes com a família ? A gente prepara os diálogos da padaria, do médico, da escola, tipo roleplay, mas útil de verdade.
- Você que quer ler Baudelaire no original ? Lemos juntos, discutimos cada estrofe, e eu explico porque o cara era tão obcecado por gatos.
- Você que se apaixonou por um francês ? (Acontece.) Falamos dos mal-entendidos culturais, das expressões do dia a dia, do subjuntivo na hora de dizer « je t’aime ». porque sim, tem subjuntivo envolvido, desculpa.
Seu objetivo define o caminho. Meu trabalho é tornar esse caminho o mais curto, eficaz e agradável possível. Sem enrolação. Sem te fazer copiar conjugações que você nunca vai usar na vida real.
Minha promessa : que você progrida
Faço questão de honra de que cada um dos meus alunos progrida. Não no meu ritmo. no seu. Sem vergonha se precisar voltar cinco vezes no mesmo ponto de gramática (o « y » e o « en », olhando vocês) ; sem pressão inútil ; mas também sem complacência : quando você pode dar um pulo, eu te empurro um pouquinho, com carinho, até você dar. É assim que funciona.
É essa exigência gentil. não sei se existe nome técnico pra isso, que faz meus alunos ficarem muito tempo comigo. Alguns estão comigo há três, quatro, cinco anos. Não porque não progrediram, pelo contrário : é porque depois do DELF B2, querem o C1. Depois do C1, querem ler Proust (desejo legítimo, porém ambicioso). Depois do Proust, querem traduzir poemas. A língua francesa é um poço sem fundo, e é isso que a torna maravilhosa, ou angustiante, depende do dia.
E o humor ?
Ah, sim. O humor. Não consigo dar uma aula sem fazer meus alunos rirem, pelo menos uma vez por hora, é meu pequeno desafio pessoal. Às vezes com uma piada boba, às vezes com um trocadilho idiota sobre o subjuntivo (tipo « subjonctif, c’est si joli »), às vezes com uma anedota das minhas primeiras semanas no Rio. Tipo aquela vez em que pedi uma « baguete de queijo » pra padeira, e ela me olhou como se eu tivesse vindo de Marte — ou pior, de São Paulo.
Aprender uma língua já é difícil o suficiente, gente. Precisa também ser um prazer. Senão, a gente desiste na primeira conjugação complicada, vai ver série dublada e esquece o projeto inteiro. Ninguém merece.
O que meus alunos dizem
Não vou roubar a palavra deles, seria arrogante demais —, mas o que volta com frequência é :
- « O Lionel nunca fala francês comigo como um robô. »
- « Ele me escuta primeiro, ensina depois. »
- « A gente ri em cada aula e eu não vejo o tempo passar. »
- « Há três anos progrido no meu ritmo e sempre fico feliz de reencontrá-lo. »
Essas são minhas maiores recompensas, juro. Que meus alunos estejam satisfeitos, felizes de aprender comigo, e sobretudo : que progridam em francês. O resto é secundário.
Vontade de fazer uma aula ?
Ofereço :
- aulas particulares por vídeo (Zoom, Google Meet. você escolhe, não vou brigar por plataforma),
- aulas presenciais no Rio (na minha casa em Laranjeiras, ou na sua se você estiver na Zona Sul — sujeito à disponibilidade e ao trânsito carioca),
- aulas em pequenos grupos (2 a 4 alunos de nível próximo, funciona muito bem, prometo),
- preparação DELF / DALF (A1 a C1, se você quiser o C2, a gente conversa, mas vou ser honesto sobre o desafio),
- aulas de conversação pra quem só quer manter o francês oral e não perder o que já conquistou.
A primeira aula é grátis ! São 30 minutos de conversa pra gente se conhecer (tipo entrevista sem pressão), mais 30 minutos de iniciação ao francês onde a gente avalia seu nível e define juntos o que vamos fazer : ou não fazer, também.
Sem compromisso. Sem vendedor apertando você. Sem textão de follow-up se você decidir que não é pra você. Só você, eu, e um pouco de francês.
Me escreve pela página de contato do blog, ou me manda uma mensagem. Respondo eu mesmo, todo dia. às vezes com delay porque, né, vida real existe.
Até logo !
*— Lionel Philippe · alias « M. Bonjour-Merci »***

